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Para melhor conhecer o público-alvo do Projeto e apoiar na definição das estratégias de atuação e metodologias de desenvolvimento das mesmas, efetuou-se o Mapeamento da pobreza energética a nível nacional e a caraterização das populações mais vulneráveis à condição de pobreza energética em dez áreas de intervenção sinalizadas.

Mapeamento da Pobreza Energética em Portugal

A metodologia desenvolvida para a classificação da pobreza energética tem por base a construção de um índice de vulnerabilidade à pobreza energética (doravante designado apenas como índice de pobreza energética) que combina variáveis climáticas, de construção habitacional e socioeconómicas.

A metodologia adotada aplica-se apenas à vertente da climatização de habitações e no que respeita a alojamentos clássicos, sendo composta por dois grandes blocos que se combinam entre si no índice de pobreza energética:

1. “Gap” de desconforto térmico

2. Capacidade de implementar medidas de mitigação do desconforto térmico

Os dois são combinados para a determinação do índice de pobreza energética. Por forma a aferir os resultados obtidos, selecionaram-se ainda as seguintes três variáveis de benchmark:

> Número de alojamentos com tarifa social de energia

> Número de alojamentos não clássicos

> Número de alojamentos de habitação social

A seleção final das 10 freguesias teve por base não só a prioridade resultante da metodologia anteriormente apresentada face às 168 freguesias identificadas (84 na estação de aquecimento e 84 na estação de arrefecimento), mas também a participação no projeto ClimAdpat, de forma a assegurar uma maior acessibilidade aos locais e facilidade de comunicação com os agentes locais. Mais informação sobre o estudo completo, aqui.

Caraterização dos consumidores vulneráveis Com vista ao aprofundamento da análise realizada no Mapeamento, de maneira a apurar as circunstâncias que conduzem à pobreza energética e dos seus impactes, foi realizada uma análise de caráter qualitativo e de proximidade, através de entrevistas a consumidores vulneráveis nas dez freguesias identificadas. Estas entrevistas permitiram criar um conjunto de indicadores de pobreza energética - referentes a parâmetros relacionados com o estado da habitação, perfil do consumidor, tipo de família, posse de equipamento, situação económica, entre outros - essenciais ao conhecimento de diferentes realidades e identificação de ações ajustadas às respetivas situações.

Mais informação sobre o estudo completo, aqui.

3.092

consideradas no Mapeamento do índice de vulnerabilidade de pobreza energética
entrevistadas para uma avaliação qualitativa e de proximidade da pobreza energética nas 10 freguesias selecionadas

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